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terça-feira, 10 de abril de 2018

segunda-feira, 19 de março de 2018

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

quarta-feira, 23 de junho de 2010


Depois da obra, a sala ganha nova clareza, a lareira e a estante desaparecem, o espelho reflecte o corredor reformulado e o pavimento adquire nova claridade. o conforto é reafirmado, com aquecimento, janelas de corte térmico, vidros duplos baixo emissivos e toda a panefernália de equipamentos de comunicação e entretenimento. Na sua essência adequou-se a uma existência com uma imagem fortemente dos dias de hoje.

sexta-feira, 19 de março de 2010


No interior, a casa adquire novo carácter, a contemporaneidade ganha presença. A luz, normalmente tão contida nas construções antigas, passa a fluir pelo espaço com abundância. As diferentes fases da construção inicial mantêm a sua memória. Cada uma delas com a sua cota. Essa aparente dificuldade, unir as anteriores existências não comunicantes, serve para criar uma nova realidade onde a memória da pré-existência nunca se perde e permite ganhar novos significados e expressividades. A complexidade dá riqueza ao espaço e o palco de memórias começa a ser criado.

quinta-feira, 11 de março de 2010


No interior o projecto ganha novos significados. O espaço torna-se uno e serve de palco a uma memória familiar. Tradição e modernidade fundem-se discretamente. A luz ilumina os objectos significantes, parece que sempre foi assim, fez-se por isso. Mais uma vez o Projecto de Arquitectura serve para alicerçar as memórias, passadas e futuras.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010


A zona de estar ganha carácter e autonomiza-se. O duplo pé direito e o vão exterior individualizam o espaço, aqui a luz reflecte de modo diferente. A cor quente do mezzanine complementa o pinho do pavimento. A bancada  em pedra desenha um movimento unificador. Estão lançados os elementos cénicos que compõem o ambiente da zona social da casa. A vontade é sempre a mesma, reinventar espaços com natureza intemporal. A sociabilidade e as suas áreas, são sítio fundamentais para acontecerem as lembranças que fazem a alma das casas. Aqui tentamos fazer com que elas fiquem mais vivas na nossa memória.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



Água, Fogo, a madeira e a pedra são a Terra, o grande vão anuncia o Ar. Os temas ancestrais estão no nosso quotidiano, dão-nos conforto e fazem-nos sentir em casa. A complexidade ganha sentido com o jogo dos elementos. O jardim espreita a sul, a encosta anuncia-se pela nesga, as escadas encostam-se ao muro e dão-nos paisagem privada. A complexidade parece não existir, nas nossas casas é assim.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


A diferença de cotas define claramente as diferentes funções da sala. Para reforçar este propósito a orientação dos vãos tem papel fundamental, não é só a diferença de pavimentos, mas são também os diferentes sistemas de vistas que complementam a individualização dos usos. A zona de refeições olha para o pátio, a zona de estar abre-se para a escadaria que acompanha o terreno. O eixo conceptual do projecto ganha sentido na entrega ao terreno das escadas exteriores e nas disposição funcional do projecto.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


O desnível do terreno faz-se sentir dentro da casa. O projecto constrói-se com a realidade das coisas. Essa realidade acrescenta possibilidades de qualificação aos espaços do projecto. Essa realidade condiciona as possibilidades de intervenção. Neste caso a diferença de cotas ajuda a definir o carácter dos diferentes espaços. Construir é colaborar com a terra, disse Adriano através da pena de M. Yourcenar.

sábado, 28 de novembro de 2009


Todos os projectos, independentemente da necessidade imperiosa da sua resolução funcional e técnica, devem ter um conceito inerente. Neste projecto o principal conceito era o de alargar os limites físicos do espaço de modo a receber a luz e a vista do Tejo. Para atingir este Santo Graal, a estratégia passou por desmaterializar todo o espaço interior, daí o uso do branco e das superfícies reflectoras, e abrir em toda a sua largura o interior do lote á varanda. Para atingir esse propósito a sala e a cozinha fundem-se num espaço continuo, o que nos liberta a fachada principal em toda a sua largura pelo interior. São estes gestos simples e poderosos que sustentam as intenções iniciais e qualificam fortemente a habitação. A poesia do espaço é concreta.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009


Por mais radicais que sejam as opções que se tomam em termos de conceito de projecto, existe uma inegável necessidade a cumprir na sua execução. A funcionalidade e o rigor na resolução do projecto são valores sacramentais que temos de cumprir religiosamente. A sala comum deve ter claramente definidas os seus zonamentos funcionais, a zona de estar e a a zona de refeições. Não cumprir estas prerrogativas é impensável, as funções básicas do programa devem ser sempre bem resolvidas. As conquistas supletivas do projecto são acréscimos á resolução das funções primárias. Devem sempre existir, pois trazem mais valias claras ao edificado, mas não devem sobrepor-se ao cumprimento das necessidades essenciais

sexta-feira, 23 de outubro de 2009



Neste caso a cliente queria um apartamento contemporâneo, luminoso e funcional. Pessoalmente se fosse eu a compra-lo, também era assim que o quereria. Portanto o projecto deveria ter uma linguagem moderna, luminosa e abstracta. Sendo assim: Optamos por materiais que reflectissem a luz. Optamos por materiais abstractos. Optamos por também por materiais contínuos.Tudo isto para prolongar o espaço enquanto entidade abstracta. Para atingir esse objectivo optamos por diminuir a nossa paleta de materiais. Ficamos assim com o pavimento em auto-nivelante branco, mobiliário e carpintarias lacadas, espelhos e vidros ocasionais e paredes brancas.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009



Para além de ser zona de retempero, a Sala é também zona de refeições. A zona de refeições, alicerça os rituais primordiais que consolidam a célula familiar. O equilíbrio dos diferentes elementos, mesa, cadeiras e aparador ajudam á função. O resto é com a família. Na minha casa é assim. Na dos meus clientes também, espero que o meu trabalho tenha ajudado.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009



Chega-se á sala, a alma da casa. A lareira e a biblioteca complementam-se á vizinhança do jardim. Todo o espaço é desenhado para usufruir destes elementos. Estar, ler e relaxar são o complemento antagónico ás exigências do trabalho e da cidade. Na sala retempera-se.