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segunda-feira, 29 de outubro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
terça-feira, 4 de setembro de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
No projecto de arquitectura, a resposta funcional, é a razão de ser da obra. É ela que nos leva à encomenda, e é essa necessidade a que o projecto deve responder.
Mas a mera satisfação de quesitos técnicos e funcionais não é arquitectura. O conceito do projecto deve suplantar as necessidade funcional, criando o percurso para o nascimento da arquitectura.
O desenho trabalha ambas as solicitações, reforçando as respostas funcionais enquanto enfatiza o conceito primordial, enfim, ele traça o percurso que o projecto deve recorrer até à maturidade.
Aqui, na Estufa Fria, uma parada militar, realça o contraste entre as fotografias da Magnun, que retratavam a vida atrás da cortina de ferro. O conceito é explorado ao limite, tal como numa parada militar, o publico quando acede à exposição, apenas vislumbra as costas dos expositores. O carácter dos regimes autoritários é transporto pelo desenho. Função, forma e conceito fundem-se para o nascimento de uma arquitectura significante.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Todos os projectos foram guiados por necessidade e conceito. A necessidade de obras super económicas teve de ser alicerçada em conceitos fortes e acertivos. Conceitos que per si garantissem uma qualificação dos espaços existentes e se enquadrassem com os temas das exposições. Obras económicas que nunca danificassem os espaços existentes, pois todos eles se situavam em monumentos e espaços protegidos. Obras económicas que garantissem a viabilidade do evento, pois estes projectos não eram o cerne do Mês da fotografia, as exposições mostradas eram o que importava. Ou seja, nada mais fizemos do que é expectável a um projecto de arquitectura. nem sempre os autores arquitectos se recordam que os projectos e a nossa actividade existe para servir, ela não é fim em si mesma. Ela, a prática da arquitectura existe para servir o homem, contendo dentro de si e dos seus conceitos, ideais de um mundo melhor para um homem mais feliz.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Realizada com um enorme espírito de urgência e de missão, um mês e meio para conceber e montar 23 exposições em alguns dos mais emblemáticos e históricos locais de Lisboa. À custa de muitas noites sem dormir, vivendo e trabalhando no mesmo local, o milagre apareceu.
Comissariada pelo Sérgio Trefaut, tendo o projecto das exposições elaborado em colectivo criativo, composto por mim em conjunto com o Pedro Maurício Borges, Miguel Figueira, Paulo Palma e o grande e saudoso amigo Paulo Filipe Fonseca.
Aqui temos a exposição "O olhar lírico", Fotos de Nadar dentro da Torre oca dos Jerónimos, criando um ambiente dos bastidores de uma opera para expor as suas fotografia.
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