Os desníveis da existência são conciliados depois de muito esforço. Aquelas dificuldades que nos apareciam como inultrapassáveis no inicio do projecto transformam-se. A dificuldade torna-se em elemento enriquecedor do espaço. A atmosfera trabalhada é resultado de esforço e dedicação, a simplicidade aparente é sempre consequência da complexidade da realidade. Mais uma vez o projecto é resultado de equilíbrios delicados alicerçados na dificuldade da natureza das coisas.
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Sobre a sala, encontramos a biblioteca, sítio de reflexão. Este depósito de memórias onde perdura o cheiro de antigas e novas leituras, existe enquanto lugar sacrossanto da tradição familiar. O projecto constrói o suporte físico dessa sacralidade. A luz é natural, entra pelos vão e reflecte-se por entre paredes e soalhos, sendo coada pela significância dos moveis, livros e objectos da memória e tradição. As realidades físicas são suporte de expressividades significantes, na minha visão da praxis arquitectónica esse é o propósito do projecto, acrescentar significados e expressão a uma realidade que se constrói.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
A transparência que liga o eixo principal do projecto ,atravessa o espaço prolongando-o. A biblioteca de aresta viva realiza o seu momento dramático. A janela corrida a meio da parede complementa a composição dinâmica deste espaço. A variedade de situações espaciais diferenciadas serve para qualificar cada espaço. Neste caso dão sentido ás prateleiras corridas e anunciam o escritório.
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